Penso…


PENSO…

Eu penso que a vida começa hoje, e sempre que um novo dia nasce, nasce com ele algo novo, e a sensação nunca é a mesma.

Sabe, estudando os valores do ser humano, de forma inconsciente, fiquei assustada, descobri que todo ser tem dentro se si um monstro, ele fica bem escondidinho, você decide que alimento dar pra ele.

Quando o alimentamos de luz, otimismo, sinceridade, fidelidade, amor, companheirismo, paciência, compreensão, gratidão, bondade, verdade, cumplicidade, unicidade, romantismo, bem-querer, amizade, confiança…

Quando mau intencionado, alimentado de egoísmo, de mentiras, falsidade, engano, ingratidão, infidelidade, desamor, desunião, altivez, individualismo, pensamentos perversos….causa danos irreversível a alma do outro.

E a alma que ama se torna insana por tanto dor.

Que mundo é esse, onde os lobos parece cordeiros, mais são desordeiros e prontos para atacar?

Que mundo é esse, que rosto angelical maquina o mau e esboça o sorriso como se nada tivesse acontecido?

Que mundo é esse, que a sensibilidade perdeu o valor?

Que mundo é esse, que despreza a razão e os costumes que deixa os pés no chão?

Que mundo é esse, que muda os valores e perde os sabores de um amanhã porvir?

Onde estão aqueles, que carregam no coração a força da razão e o velho pudor?

Onde estão aqueles, que dão as mãos e usa a própria razão para falar de amor?

Onde estão, os que alimenta o monstro com a bondade e os costumes da verdade?

Onde estão?

Onde foram?

Por alguma razão deixaram de ser…

Na realidade, eu não sei onde estão os que alimentam o monstro com bondade e com costumes de verdade…

Eu prefiro um abraço quente, um sorriso permanente, que não me tire a confiança e a velha razão, eu prefiro o pudor que meus pais me ensinou, do que sofrer com o monstro da ilusão.

Eu prefiro os dias de sol e alimentar no silêncio a minha velha ambição.

Mais o ser humano mudou e não tem explicação!

Vou te fazer uma pergunta: Como você alimenta teu monstro interno?

Por alguma razão a vida continua, para mim, como se fosse nua, mas há aqueles, que vestem roupagens, e escondem as bagagens, com medo da malandragem que o mundo criou…

 

Eu penso e lavo a minha roupa na máquina da verdade.

Eu penso e zelo pela a fidelidade que alegra a bondade.

Eu penso e penso, salto pedras, e me arrisco na caminhada que o destino me reservou.

Eu penso e ainda acredito no AMOR!

Autor: Elizaete Ribeiro

Sobre Elizaete

Elizaete Ribeiro. Poetisa e Contista. Nasceu na cidade de Açailândia - Maranhão, em 14 de abril de 1979. Residente em São Paulo, Capital desde 2002. Acadêmica do Curso de Letras e Estudante de Piano Erudito com introdução ao popular. É uma das autoras do livro "Meninas Super Poéticas". Publicou nas Antologias de Poemas: Ecos da Alma e O Segredo da Crisálida (Editora Andross); na 5ª Antologia de Poemas Lembranças ao Vento e I Seletiva - Amor à Poesia, Elemento Terra, Cenas Cotidianas, Palavras que falam e palavras que calam, À Deriva, Dois Corações e uma só batida, pela Editora Beco dos Poetas & Escritores); organizadora da antologia de Contos e Crônicas "Do Princípio ao Fim". Publicações Internacionais: Antologia WAF 2011 (Editora Corpos, Porto - Portugal) e A Sombra do Coração (livro solo), também pela Editora Corpos, Porto - Portugal. Contato com a autora: elizaeterib@hotmail.com
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